Um tribunal criminal é o que imputa um alto executivo paulista, ao STF, antes de ser o tribunal constitucional do Brasil. Assim, sem se reverter à matriz e modelo, se o STF não voltar-se a ser tribunal constitucional, deixando de ser foro de pessoas, a brincadeira acabou. Saulo Ramos dizia ter o STJ criado de uma costela do STF. A questão pois é que este outro tribunal superior, assuma o processo subjetivo (o que julga autoridades e, pois, pessoas). O grande Caio Mário Veloso, dizia que o STJ precisa ser expandido, quebrando o viés aristocrático de alguns de seus ministros, para que STF reste o tribunal constitucional e de garantias à cidadania.

Obs.: Carlos Mário da Silva Veloso foi Presidente do Supremo Tribunal Federal. Ontem, 29/1/26, ao pensar nele e ao dizer de sua defesa do redimensionamento do STJ, mencionei-o como Caio Mário Veloso. Errei na nomenclatura mas não, na mensagem. O STJ precisa assumir encargos do STF. No que tange ao processo de autoridades federais (exceto o Presidente da República) com foro privilegiado, para que o STF seja o tribunal constitucional do Brasil. Não apenas! Contudo também para que cumpra a messe de Pimenta Bueno em ser a corte de defesa da higidez da lei nacional. Para isto não pode ficar com 33 ministros tão somente.